Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

142

Sinto-me a explodir... cansado... desfeito... praticamente morto. Sinto-me ainda de uma forma como não me lembro de alguma vez me ter sentido na vida: inútil. Não servi para acompanhar a B. em nada, não servi para os desabafos, não servi para me pôr a vista em cima e se sentir melhor, não servi para receber um telefonema, não servi para que um telefonema meu fosse atendido, não servi para receber uma mensagem, não servi para que me mandasse um beijo, não servi para que me dissesse que me amava, não servi para que me desse um segundo que fosse. Enfim, servi para ficar sozinho no meu canto e não chatear. Servi para ser inútil. O inútil que realmente era aos olhos dela. Ao menos não atrapalhava. E agora deixei mesmo de atrapalhar.
Há aqui qualquer coisa de errado! Sinto que há! Alguma coisa que a B. não me contou.

Adeus B.. Estou completamente de rastos e desfeito e  tu não provaste que querias que eu te acompanhasse ao longo da vida.
publicado por diariodeumfrustrado às 23:37
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

141

O que é que é difícil de perceber quando eu digo à B. coisas como:
- Nunca vais estar sozinha, porque eu estarei sempre contigo!
- Vamos ficar juntos para SEMPRE!
- No bem e no mal, na saúde e na doença, na adversidade e na felicidade, estamos juntos!
- As tuas lutas e guerras, também são minhas!
- A tua filha terá um modelo masculino e uma família feliz!
- Vamos ser felizes juntos!
- Aceito-te com o conjunto todo de problemas que trazes contigo e resolvemo-los juntos!
- Se tu estás cheia de problemas, eu fico com metade dos teus e caminhamos os dois lado a lado!
- AMO-TE!

Repito: é difícil perceber isto?!
publicado por diariodeumfrustrado às 08:12
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140

Eu disse-lhe: "Nunca estarás sozinha, porque eu estou do teu lado!"
Ela respondeu: "Preciso estar sozinha para resolver os meus problemas".

Já dizia a minha avó:
- Quando um não quer, dois não fazem!
publicado por diariodeumfrustrado às 00:41
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

139

Estou cansado... esgotado... completamente desfeito. Tem sido imenso stress, muita intensidade, demasiada pressão e emoção, excesso de episódios num tão curto espaço de tempo. Sim, estou mesmo completamente esgotado, quer física, quer psíquicamente... Sei que lutei, sei que dei o meu melhor, e quis dar tudo o que tinha. Pelos vistos não foi suficiente... Não me deixa satisfeito saber que fiz o melhor que podia, sobretudo porque não alcancei os objectivos traçados. Pelo contrário, deixa-me triste e desiludido, saber que quis fazer alguém feliz e essa pessoa insiste na cegueira e ainda por cima não me consegue dizer que quer estar comigo... É triste tudo isto, e eu sinto-me esgotado... bastante...
publicado por diariodeumfrustrado às 23:34
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138

Há algo que me ultrapassa e me faz realmente "passar": quando me dizem uma coisa, depois dizem outra e no fim quem entendeu tudo mal sou eu, e ainda sou complicado. Isso acontece constantemente com a B., ainda que seja um problema das mulheres em geral. Promete uma coisa, cria expectativas, depois diz outra e quando é confrontada com as duas coisas que disse, responde-me da seguinte forma:
- Tu és mesmo muito complicado! Eu não podia ter dito uma coisa dessas.
ou então...
- Percebeste mal. Eu não disse nada disso. Estás sempre a reclamar de tudo.

O problema é que eu sei o que oiço, e no fim ainda passo por complicado e tipo que reclama de tudo! Enfim... ainda fico mal visto!
publicado por diariodeumfrustrado às 22:38
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137

O que me faz "abanar" nestes episódios infelizes com a B. é o facto dela me esconder estas coisas que aos seus olhos ela quer fazer crêr que são pequenas, mas são violações de privacidade de primeiro grau por parte do outro tipo! Ele tem-lhe feito das boas e irrita-me ainda mais que ela me diga, como aconteceu há poucas horas atrás: "falas dele como se fosse um criminoso". Sim, ele é um! No meio disto tudo, a B. ainda consegue ver um mínimo de bondade nele e faz-me sentir como se eu ainda fosse a pessoa com mau fundo que vê maldade em toda a gente, quando este tipo não é um simples "ex" por quem se sente um ciuminho básico, mas é um tipo mesquinho, maldoso, manhoso e mafioso que lhe fez muitas e continua a fazer!
Ontem e hoje voltaram a acontecer das boas. Ela alegou que tinha bloqueado o ex do MSN e que tinha acabado com perfis, etc. Qual não é o meu espanto quando dou conta que ele afinal estava "desbloqueado", vivo, e que ela tinha um perfil misteriosamente escondido aí pela net, com um e-mail que ela alegou só eu saber que existia.
Confrontei-a com os factos e diz que é praticamente impossível ele ter tido conhecimento do e-mail dela, mas que podia ter acontecido, que nunca criou nada, e só pode ter sido outra pessoa, etc. Ou seja, com ela tem acontecido um sem número de acontecimentos que tinham a probabilidade de 0,0001% de acontecer ao comum dos mortais! A ela não só acontecem essas baixíssimas probabilidades, como ainda acontecem em catadupa, umas atrás das outras! Só não lhe sai o Euromilhões!
Queria que todos compreendessem que tudo o que eu tenho é a palavra dela. Contra todas as probabilidades e factos que já vi, como aquele e-mail, eu tenho acreditado na palavra dela e acreditado que realmente é aquele tipo que está por detrás de tudo isto, e que ela tem tido mesmo muito azar quando estas coisas todas aconteceram. Mas... ou se tomam medidas radicais, ou então qualquer dia não precisarei de ver o que quer que seja e já duvidarei da palavra dela. Acreditem, é extremamente difícil acreditar "apenas" na palavra de uma pessoa, quando temos tanta improbabilidade junta! Eu tenho acreditado nela! Porque acredito que ela está realmente inocente.
Confrontei-a hoje com o facto desta confusão toda ter que acabar de uma vez por todas, sob pena de deteriorarmos a nossa relação. A B. concordou, alegando que tínhamos que resolver isto juntos. Concordei, como é óbvio. O que não estava nos meus planos era que quando nos encontrássemos há bocado, depois de tanta conversa, a B. me viesse dizer que queria que o ex-marido fosse uma referência para a filha, porque, afinal, sempre era ele o pai da criança. Não é que discorde disso mas... que exemplo vai a filha ter? Um tipo que já fez um filho a outra e a deixou à sua sorte, e que agora usa a filha para atingir a mãe, e faz-lhe de tudo, que exemplo terá esta criança? Que referência é esta? Creio que mais vale não ter nenhuma referência, do que ter uma má referência. A B., teimosa como é, acredita que o pai deve ser uma referência, sujeitando-se e sujeitando a filha aos caprichos deste tipo.
"E tu não fizeste nada?", perguntam vocês. Claro que fiz! Já me cheguei muitas vezes à frente, dizendo que ela não criará a filha sozinha, que eu estarei do lado dela em tudo e que a criança terá boas referências e crescerá num ambiente saudável. Disse ainda à B. que sabe o que pode esperar de mim. Sabe com o que pode contar da minha parte. Sabem qual foi a resposta dela, depois disto tudo?, depois de ter avançado para fazer a minha vida com ela e poder ser eu uma referência para a filha dela? Pois bem, aqui se segue o que a B. me disse:
- Acho que tenho que estar sozinha para resolver os meus problemas e que a nossa relação devia ficar por aqui enquanto não os tiver resolvidos.
Aqui está o que posso dar à B.: nada! Porque se realmente pudesse dar alguma coisa, ela não me responderia isto.
Discutimos, para não variar, sobre tudo isto e ficámos na indefinição sobre o que fazer. A B. não sabe o que quer, e não conseguiu dizer que me queria do lado dela para sermos uma família e podermos ser felizes. Não. Só conseguiu dizer que sabia o que queria mas que temos modos incompatíveis de agir e estar em certas situações. De repente caiu-lhe a moeda e começou a ver um sem número de coisas que não via antes! Até me chegou a dizer, por outras palavras, que entre nós tudo avançou depressa demais!
Eu dei um tempo à B. para me comunicar o que quer e o que vai fazer. Esse tempo está a terminar. Não lhe disse quando era, mas ela vai receber notícias minhas. Quando uma pessoa quer muito alguém, e criar estabilidade para que uma criança de 2 anos cresça como deve ser, sabe o que tem a fazer, e decide rápido, não fica a pensar... Quem muito pensa, não sabe o que quer, nem o que fazer. E eu digo, desde já, que se a B. deixa o comboio passar, um dia vai lamentar-se muito:
- porque não conseguiu uma boa referência masculina para a filha, e lhe arranjou um péssimo cenário;
- porque deixou passar a oportunidade da sua vida de poder ser realmente feliz.
E eu até digo que, se a B. perder o comboio comigo, vai voltar para o pai da filha dela mais dia menos dia, porque além de ser pai dela, tem condições financeiras para sustentar a criança como deve ser, ainda que seja um mau exemplo de personalidade. Se a B. perde o comboio e não avança para a nossa felicidade e para a felicidade da filha dela, que não volte um dia mais tarde, porque a porta estará fechada. Por muito que me venha a doer, a porta estará, realmente, fechada! Estamos a falar de uma criança de 2 anos, que ainda não se apercebe das mudanças na sua vida, e que ainda pode crescer sem complexos. Não estamos a falar de uma criança de 8, 9, 10 ou mais anos, que já tem alguma noção da realidade. A B. continua a querer fazer com que o pai seja uma boa referência para a sua filha, mas não é por ela muito querer que isso será uma realidade.
publicado por diariodeumfrustrado às 22:15
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136

Na hora de almoço deste domingo, a mãe da B. ligou-me. Nunca tinha visto a senhora, nem tão-pouco falado com ela alguma vez que fosse, mas ela conseguiu o meu número indo ao telemóvel da filha. Disse-me que ela jamais poderia sonhar que tinha a mãe a ligar-me. Prometi-lhe sigilo.
A mãe da B. diz que nunca tinha visto a filha no estado em que estava no domingo. Dizia que ela chorava, gritava, e estava desesperada a jurar que estava inocente e que não tinha feito nada. Que só podia ter sido o ex a ter entrado nas coisas dela e a tentar, mais uma vez, acabar com tudo.
Estive cerca de meia hora ao telefone com a mãe da B., onde a mesma alegava que a filha estava realmente inocente e nada tinha a ver com o que se tinha passado, que não queria voltar para ele, e que só podia ter sido ele a mandar o e-mail para ver se pegava e se eu teria acesso a ele. Resumindo, foi esta a conversa.
Para ter uma mãe, quase em prantos, com quem eu nunca tinha falado ou visto sequer na vida, a defender a filha desta forma neste episódio, era sinal que tinha que haver algum fundo de verdade na inocência da B. Decidi, assim, ir de imediato ter com a B. para conversarmos. Não quis desperdiçar a oportunidade de ser feliz com ela e de a poder fazer feliz.
Fui a casa dela, conversámos, reatámos tudo e decidimos esquecer isto. Peço desculpas por só agora ter escrito este post, mas passei o domingo inteiro com ela, e tenho estado ocupado quer com o trabalho, quer com ela, a quem dedico o meu tempo com todo o prazer e amor, sem sentir falta de mais nada.
publicado por diariodeumfrustrado às 22:08
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Domingo, 27 de Janeiro de 2008

135

Fui mais uma vez ao mail dela e descobri que no dia 25 de Dezembro de 2008 teve a seguinte frase no MSN:

"Honey, I'm your girl... You're my baby... It's for you **!" (em vez de ** estavam as duas iniciais do nome do ex-marido)

Até quando já estava comigo chegou a ter isto no MSN. Deve ter sido durante uma das fases em que se punha offline para que não se soubesse que estava ligada e para que ele lesse. E eu que nunca tive direito a uma frase no MSN com o meu nome, a uma homenagem pública que fosse. Eu tinha que estar escondido. Da família, de todos. Atenção... segundo ela, eu era o homem da sua vida! Enfim... que tristeza.
Assunto B. morre aqui hoje. Neste momento. Nunca mais quero ouvir falar do nome dela, nem dela, esteja feliz, esteja mal... para mim morreu e como todos sabem, os mortos não ressuscitam, a não ser na Bíblia. E como eu não sou Jesus Cristo...
publicado por diariodeumfrustrado às 13:58
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134

Estou completamente de rastos. Estou a tentar escrever este post... porque ainda estou chocado e em sérias dificuldades... Eu sabia a password do e-mail e do hi5 dela (sim, eu punha orkut para proteger a privacidade das pessoas), não porque a tivesse conseguido através de meios menos próprios, mas porque ela mas tinha dado há umas semanas atrás, dizendo que nada tinha a esconder, etc. Por maior que fosse a curiosidade, nunca entrei no e-mail pessoal, nem no hi5 dela, por uma questão de respeito. Respeitei sempre a privacidade e intimidade dela e sempre achei que estaria a invadir o espaço dela.
Depois desta semana esquisitíssima, conforme relatei no post anterior, hoje, dia 27 de Janeiro de 2008, foi o dia em que pela primeira vez acedi ao hi5 e ao e-mail dela. No hi5 vi um comentário feito por ele a ela. No e-mail estavam vários e-mails dele para ela, mas destaco um, escrito no passado dia 23 de Janeiro de 2008, 4.ª feira:

"(link para uma música romântica)
Houve so o primeiro minuto desta musica.
Eu proprio poderia dizer.te estas coisas, mas e melhor assim, e mais sentido.
 Desisti de nos B., definitivamente, segue a tua felicidade que eu vou a procura da minha....
 Tu dizes isto e aquilo, mas o certo e que nada bate certo nas coisas que tu dizes!
 Tiveste todas as oportunidades de mudares o que tinhas que mudar, mas para ti nunca foi importante o que eu sentia ou sinto.
 E completamente imcompreensivel dizeres que me amas e eu ver as fotos tuas e dele juntinhos e felizes, continuarem com os comentarios de amor, com o estado de comprumetidos, entre outras muitas coisas, sinceramente acho isso um gozo completo com a minha cara.
 Como te disse, tiveste todas as oportunidades, se nao quiseste e porque o teu sentimento falou mais alto, orque ele vale muito mais a pena, enfim... porque quiseste assim.
 De qualquer forma quero continuar.e a dar bem contigo porque temos uma filha em comum, mas os nossos assuntos iram restringir.se somente a nossa filha, coisas como ontem a tarde e vires ver o meu pc, de me estares a abracar e dar beijos, etc..., acabam porque nao fazem sentido.
 Acho que compreendes isto perfeitamente...
 Beijinhos e fica bem."

Além dos erros de português que faço questão de destacar (o que só prova que não basta ser-se inteligente e algum sentido de humor para fazer com que alguma mulher o ame, como é o meu caso), destaco o conteúdo. Segundo conta, através do e-mail dele, no passado dia 22 de Janeiro (pelo menos), ela esteve com ele, abraçou-o, beijou-o e disse que o amava. Ele reclama das nossos fotos, comentários, estado civil dela, etc. Pois não deve ser com surpresa que vi ontem o hi5 dela sem as nossas fotos e com o estado "Digo-te depois". Ela jurou a pés juntos que devia ter sido ele a entrar no perfil dela e a alterar aquilo tudo, mas pareceu nem dar muita importância ao ocorrido.
Hoje tudo faz sentido. Estou ainda chocado... desfeito... surpreendido (ou daí até nem muito).
Dei-lhe a oportunidade de falar a verdade. Liguei-lhe. Perguntei-lhe:
- Tens falado com ele?
- Só sobre a nossa filha.
- Só sobre ela? De certeza?
- Sim, claro. Que mais poderia eu falar?
- Ele tem-te chateado com as conversas do costume?
- Não! Nunca mais me disse rigorosamente nada.
- Sabes B., uma coisa é ele falar comigo ao telefone e dizer as coisas que tu sabes que ele disse, e mandar-me um mail a dizer essas mesmas coisas. Poderá ser uma tentativa de criar instabilidade. Mas outra completamente diferente é ele enviar-te um e-mail a ti, cujo acesso só pode ser feito por ti, com o seguinte conteúdo... (li-lhe o e-mail que aqui acabei de copiar).
- Não acredito que aquele filho da puta fez isso!
- Não chames filho da puta ao rapaz, porque este, pelos vistos, não tem culpa nenhuma. Tu é que eras comprometida comigo e fizeste das boas...
(falei sempre com a B. de forma muito calma, em vez de partir a loiça toda e fazer figura de namorado traído, que realmente acabo por ser)
- Tu sabias que ele ia fazer de tudo para acabar com a nossa relação e com a minha vida!!! Eu nem lhe respondi aos e-mails!!!
- Pois, mas podias ter-me falado da existência deles, e não falaste.
- Porque não dou importância nenhuma a isso!!! Não ligo ao que ele diz!!!
- Não? Querem ver que tu não dás importância a e-mails com conteúdo romântico, enviados pelo teu ex-marido, quando contactas com ele diariamente e quando ele é praticamente o único motivo das nossas discussões? Isto é uma coisa sem importância? Uma coisa é ser um tipo qualquer a meter-se contigo, e mesmo isso devia ser comunicado, e outra é ser a pessoa que é a fazê-lo.
- Mas eu não via importância nenhuma nisso!!!
- Não? Nem podias apagar as mensagens? São assim tão importantes para ti? Tu chegaste a ler mensagens dele e a escondê-las de mim, que eu dava conta disso, mudaste o hi5 por causa dele, fizeste isso tudo e mais! Porque é que não foste sincera comigo?! Porque é que não contaste a verdade? Eu dei-te uma oportunidade e no dia 19 de Dezembro, quando oficializámos a nossa relação, eu avisei-te que só terias uma oportunidade... e tu decidiste desperdiçá-la.

No meio de prantos, continuou a negar o conteúdo das mensagens dele. Mas... como pode ser mentira se foi enviado directamente para ela, ela sabia e nunca me contou nada, etc? Como?
Nunca mais vou esquecer este dia 27 de Dezembro de 2008, nem este post 134. A todos os que me lêem, tenho aqui a prova em como nunca se pode confiar em ninguém. As pessoas são falsas, mentirosas. Depois de nunca ter dado uma segunda oportunidade a praticamente ninguém e de me ter equivocado quando dei a segunda a uma ex-namorada minha de há sensivelmente 2/3 anos, não vou voltar a equivocar-me dando uma segunda oportunidade a alguém que me faz isto. A B. sabia tudo o que eu passei. Tudo o que aqui está escrito, eu contei à B., porque, afinal, é a história da minha vida (fora outras coisas que ainda terei que escrever para aqui, que lhe contei a ela e que fazem parte da minha vida). Abri-lhe o livro da minha vida, falei a verdade. Ela sabe o que eu passei. Sabe o que já sofri. Sabe que sempre fui sincero. E faz-me uma coisa destas... Estou desfeito. É esta a melhor expressão para me definir actualmente. A B. sabe o que passei e ia passando por ela. Apresentei-a ao meu núcleo duro de amigos. Ela nunca me apresentou a ninguém. Nem mesmo quando na 6.ª feira disse que estava a chegar à casa dela, entrou logo em pânico. Possivelmente devia lá estar o outro. Ou então tinha um pânico enorme que alguém na casa dela soubesse da minha existência.
Ouvi bocas de toda a gente e mais alguma, a dizerem-me que ia ser pai da filha de outro tipo. Eu sempre rebati dizendo que a criança tem um pai e eu seria como um tio para ela. Sempre me disseram que ia andar com uma tipa com uma filha, que ia eu cuidar do que deveria ser outro a cuidar, que eu ia arranjar problemas e dores de cabeça. E eu sempre a dizer que a AMAVA e que tudo fazia para poder ficar com ela. Que a criança não tinha culpa das coisas terem dado errado entre os pais, e que poderíamos juntos ter todos uma história. Gozavam, não com ela, mas com a terra onde ela vive. Ela vive longe. Vive praticamente numa aldeia pequena. As bocas que eu ouvi por causa disso! Que me ia meter com uma tipa do campo, e que o meu futuro seria a pastar ovelhas com ela. As bocas que eu ouvi por causa da minha relação com ela. Aos poucos estava a conseguir atenuar tudo isso, mas estava a conseguir ultrapassar porque a AMAVA.
Porra... porque é que a B. tinha que fazer isto comigo? E porque é que lhe custa tanto admitir o que fez? Não a quero ver mais à frente. Não há segunda oportunidade, até porque se houver é sinal que sou fraco. A B. que seja feliz... com o ex-marido, com outro qualquer, mas longe de mim. Bem longe. Até lhe posso perdoar o que fez, mas continuará a nunca existir segunda oportunidade.
publicado por diariodeumfrustrado às 12:05
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

133

Realmente, depois da tempestade, vem a bonança. Estava tudo tão negro e tanta coisa a correr mal, e conseguimos ter uma tarde brilhante! Uma tarde maravilhosa! Conheci, finalmente, a filhota dela. Não sou de fingir, ou simular o que quer que seja, com as pessoas. Gosto de crianças, sempre gostei, mas... nunca pensei em filhos meus. Resumindo, poderia dar qualquer coisa como "gosto dos filhos... nos braços dos outros". Também não é este o caso. Digamos que a minha frase é mais "gosto dos filhos dos outros a conviver comigo". Mais ou menos isto.
Fui eu mesmo com a filha da B., meti-me com a criança, e acho que ela gostou de mim. Passámos uma tarde espectacular juntos, o que só prova que realmente conseguimos ter tardes, dias e noites, como qualquer outro casal, com a diferença de nos amarmos e de torcermos para que tudo corra bem entre nós e vá em frente. Sky is the limit!
Tivemos, de facto, uma tarde fora-de-série. Diferente, alternativa, mas... "normal" sob o ponto de vista dos casais. Uma mulher divorciada com um filho, que conhece alguém e decide fazer a sua vida de futuro com essa pessoa, é algo de perfeitamente normal para mim. Por ser divorciada e ter um filho, não deixa de ser a mesma pessoa (com os mesmos defeitos e virtudes) que teria caso estivesse solteira e sem filhos. Assim, até dá para ver que é uma pessoa responsável e não uma "Maria Maluca" que por aí anda a curtir a vida. A sério que não vejo incómodo rigorosamente nenhum pelo facto da B. ter um filho e ser divorciada.
Apesar desta tarde maravilhosa, há ainda aqui algo de estranho até ao início da tarde de hoje...
publicado por diariodeumfrustrado às 19:27
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