Domingo, 9 de Março de 2008

157

Perdi:
- ao fim de semanas, o direito à mama;
- com 6 anos, o direito a ficar 24 horas por dia em casa, para ter que começar a estudar;
- com 8, a minha família, na sua verdadeira acepção, mas continuei a ter pai e mãe;
- com 10 anos, um dos meus ídolos de sempre;
- a partir dos 12, amigos de infância, ou porque alguns morreram (a partir dos 15), ou porque alguns iam presos, ou porque alguns simplesmente desapareceram;
- com 12 anos, a minha tia;
- com 13 anos, o meu outro ídolo de sempre;
- com 13 anos, o meu avô;
- com 14 anos, perdi o meu animal de estimação que tanto adorava;
- a partir dos 15, alguns amigos, porque simplesmente não gostavam de mim, nem da minha forma de ser, por ser bonzinho demais;
- com 15 anos, o meu melhor amigo de anos;
- aos 16, a minha inocência;
- aos 18, o meu primeiro amor;
- aos 19, o meu primeiro emprego, por algo que não cometi;
- aos 25, a minha desculpa para continuar a ter uma boa vida (estudar);
- em 8 de Março de 2008, o AMOR da minha vida;
- em 9 de Março de 2008, a minha dignidade.

"Tudo o que acaba, me deprime. Mais pelo fim, que pelo acto em si" - António Variações

Serei eu um ser assim tão deplorável, para não merecer ter ninguém como deve ser, que me AME, que esteja lá para mim, que queira que eu faça parte da sua vida, etc? Sempre foi o meu sonho, e nunca o consegui realizar. Já dispensei pessoas, porque na minha óptica não tinham carácter, ou então não tinha um sentimento forte o suficiente por elas. Já fui dispensado por muitas mais... por todo o tipo de motivos.
Já perdi muita coisa na vida. Tudo o que ganhei, acabei por perder. E agora, neste momento, vou perder o tempo que estou acordado neste momento, e vou procurar adormecer durante algum tempo, simplesmente porque estar acordado tortura-me.
publicado por diariodeumfrustrado às 09:49
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156

Porquê?!?!?!?!

publicado por diariodeumfrustrado às 09:47
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155

Eu AMO tanto a B....... e ela não faz ideia do que me acabou de fazer. Isto não se faz a ninguém.......... Essa teoria de "mais vale deixar-te ir para seres feliz com outra melhor que eu" jamais é dita por quem AMA de verdade! A B. anda a ver muitos filmes! Que desculpa mais esfarrapada! Que tristeza.... Mal consigo dizer como me sinto............. Porque raio começámos alguma coisa se era para isto?!?! Isto não se faz... A B. não faz ideia do quanto a AMO... e do quanto estou a sofrer... Foda-se..........................
publicado por diariodeumfrustrado às 09:13
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154

Depois de um dia de reflexão, tentei reatar as coisas com a B. e pôr os pontos nos 'ii'. Disse-lhe que estava disposto a ficar com ela e com a filha, ainda que nunca viesse a ser um pai para ela, mas um género de "tio". A B. reagiu com uma das desculpas mais foleiras que se pode dar a alguém:
- Não é justo que eu te envolva na trapalhada que é a minha vida. Possivelmente não devo ter nenhum homem do meu lado.
E agora atenção à clássica pérola:
- Tu mereces alguém melhor que eu.
Bonita esta, não foi? É uma desculpa que consegue ser quase tão foleira quanto o "o problema não és tu, sou eu". É quase tão foleira, mas não chega a sê-lo. No entanto, não deixa de ser triste e... foleiríssima.
Sim, fui oficialmente dispensado porque... mereço alguém melhor que a B.. É assim a vida meus amigos. Um dos raros conselhos que recebi do meu pai, sempre demonstrou ser dos melhores que podia receber na vida:
- Filho, nunca sejas um bom homem para a tua mulher, e nunca sejas um tipo correcto com elas. Sê um filho da puta para elas. Para todas, sem excepção, mesmo para a tua mulher. É desses que elas gostam e é por esses que elas rastejam. Os bons, os correctos, os "perfeitos", esses são fodidos à força toda. Sê sempre um filho da puta para elas, que elas não merecem outra coisa.
Realmente, é verdade. O meu pai foi filho da puta para a minha mãe, e ela rastejou por ele durante anos. Hoje percebo que ele tenha sido um excelente pai, mas um péssimo marido. Todos os casos de filhos da puta que eu conheço, foram casos de tipos de as tinham sempre atrás deles. Os bons são sempre fodidos. Sempre! Tentei ser um tipo correcto, com valores e acabo, para não variar, dispensado.
Um dia quando tiver um sobrinho (dado que ter um filho é praticamente impossível, e nem pretendo tê-lo), ou tiver amigos que tenham filhos, vou dar-lhes o conselho que o meu pai me deu. Sábio conselho o dele. Ser-se porreiro para quê? Ser-se bom para quê? Ser-se correcto, leal, transparente, honesto e fiel para quê? Para no fim elas nos dizerem que merecemos melhor? Sou bom demais para elas? Talvez sendo filho da puta, elas comecem realmente a rastejar por mim. A B. fartou-se de rastejar pelo ex-marido que era um tremendo filho da puta. A mim dispensa-me porque mereço melhor e não é justo envolver-me na situação dela, depois de dizer que a queria PARA SEMPRE.
Fui dispensado, estou de rastos e triste. Só não quero ir-me abaixo o suficiente para me prejudicar no emprego. Sei que vou cair bastante e acima de tudo vou tentar compreender este fenómeno, este bicho, chamado mulher, que quer o príncipe encantado, mas dispensa-o para rastejar pelo filho da puta. Vou tentar compreender algo que não tem compreensão possível. Enfim... nunca pensei que valesse tão pouco a pena ser um gajo que vale a pena. Nunca pensei que ser-se correcto fosse motivo de vergonha. Afinal, mereço melhor... mas parece que são tão bom, tão bom, que nem para mim valho a pena. Sou tão bom, tão bom, que o melhor que consegui alguma vez ter de uma mulher foi prazer carnal. Amor? Será que existe?
Obrigado B., por me fazeres sentir "um homem muito bom", mas que não serve para ti! Obrigado!
publicado por diariodeumfrustrado às 01:34
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

153

Mal acabei de falar com a B., a mesma tratou de, ao fim de 10 segundos, retirar todos os registos públicos que tinha meus: desde fotos na internet, a estado civil, etc. A desculpa? "Acabaste comigo". Rei morto, rei posto. A primeira coisa que faz é apagar o que tinha da minha parte. Bonito gesto. Sim senhor. Quase parecia que estava à espera que isto acontecesse para me eliminar da sua vida.
publicado por diariodeumfrustrado às 23:03
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152

Estou muito, muito triste. Estou de rastos. Desiludido. Deprimido. Completamente apático e de rastos. Acabei com a B. pela enésima vez, mas desta vez é de vez. Ela continua descrente que seja possível fazer alguma coisa e eu não posso ficar com a batata quente que o outro quis passar.
Fico magoado por ouvir da boca dela que não a amo o suficiente para continuar com ela, e que fui o primeiro a abandonar o barco. Depois de tudo o que já passámos, como é possível que ela me diga uma coisa destas?! Como?!
Estou de rastos. Nada posso fazer pela B.. Sinto-me impotente. Não me contento com o mero apoio. Só considero a hipótese de arranjar uma arma e acabar com a vida do tipo que fez isto à B.. Depois entrego-me, mas entrego-me com o dever cumprido! O tipo não declara nada, e consegue andar a gozar a vida assim. Sinto-me confuso, perdido e a alucinar. Tenho que fazer alguma coisa. Se deixar de escrever, já sabem o que fiz e com quem. Aquele tipo não não se pode ficar a rir!!!! Nem pode fazer o que fez à B. e seguir a sua vida tranquilo!!!! Sinto-me devastado e impotente!
publicado por diariodeumfrustrado às 21:59
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151

Fico desesperado. Enlouqueço. Não é justo! Não faz sentido! A B. passa por dificuldades, eu tento chegar-me à frente, mas mesmo assim a minha possível ajuda não é o suficiente para tirar a B. do buraco.
O "ex" não liga peva à filha que fez à B., e é ela quem tem que cuidar da filha sozinha. O outro, segundo consta, anda com outra e financia-lhe tudo, mesmo conhecendo-a à pouco tempo. Financia até tudo para os filhos da outra. Isto é o que diz a B. e eu acredito. A filha da B. não tem, alegadamente, rigorosamente nada dele. Ele tem condições para sustentar até 10 famílias, vive bem, mesmo muito bem, mas está completamente a marimbar-se para a filha que fez à B. e também para o filho que fez a outra mulher antes da B.
Agora surgiu uma nova: num dos fins-de-semana que eu tenho para passar com a B. ele diz que não fica a tomar conta da criança, porque já combinou coisas para se poder divertir. A filha será um tropeço para o seu programa. Quem é que se agarrou com isto tudo? A B. que vai ter que estar com a menina e nós sem podermos estar juntos porque a B. passa a deixar de poder sair de casa por isso, ou então só sai no horário do costume para nos vermos algumas horas.
Não me parece justo que a B. pague por isto, já a alertei dezenas de vezes. Eu sei que é a filha dela e que não é um castigo, ou um tormento, cuidar da filha. Mas a B. precisa de ter vida. Os deveres paternais são de ambos e em partes iguais. Um tipo que apenas mete uma ama a cuidar da filha quatro dias por mês, não fazendo rigorosamente mais nada, não me parece que cumpra os seus deveres de pai. Sobra tudo para a mãe, que aceita a situação alegando nada poder fazer para a mudar.
Quem não parece justo que pague pelos caprichos do pai da criança, sou eu. Afinal, eu não fiz um filho a ninguém, eu não andei por aí a ter relações com ela, não a apanhei praticamente virgem e me servi dela enquanto quis e pôde, para no fim deitar fora, não tive uma grande vida de solteiro com ela, etc. Eu quando me aproximo da B. já a B. está com um filho nos braços, a fazer contas à vida e ao tempo, e a fazer favores ao papá da criança. Não existe um dia que se queira combinar uma coisa e que se diga prontamente "vamos a isso". Encontramo-nos "quando calha" por tempo demasiado limitado. É quase do género "é tão estar contigo, não foi?".
Já alertei a B. para reagir contra o pai da criança, mas ela diz que o Tribunal jamais lhe dará razão porque ele tem esquemas para afastar o recebimento de dinheiro e parecer que ganha pouco, etc. Já lhe disse que na PJ isso resolve-se, mas tirou-me isso da ideia, dizendo que na PJ não se preocupam em investigar casos de tipos que cometem fraudes fiscais para ter benefício. Diz ela... que domina a matéria, pelos vistos. Insisti com ela para que o meta em Tribunal para o obrigar a cuidar da filha mais tempo, sobretudo para que a pressão não recaia toda para cima dela. Reagiu dizendo que ele não quer estar com a menina, por isso não pode fazer isso.
Ora... eu aponto-lhe vários caminhos, mas ela não parece rigorosamente nada interessada em seguir qualquer um deles. Com tudo isto, o seu tempo livre é inexistente, o esforço financeiro triplica, e a nossa relação deteriora-se. Pergunto: será justo que seja eu a pagar pela inércia e passividade da B.? O ex marido quer divertir-se à grande, ganha rios de dinheiro, e eu é que tenho que andar a fazer sacrifícios porque ele quer este estilo de vida e a B. não se quer mexer e aceita a situação? Será justo? O outro não faz o papel de pai, mas eu é que tenho que fazer de pai da criança?
Eu estava numa vida sem dores de cabeça, não tinha mais nada, mas também não tinha problemas, e de repente entro na vida da B.. Aceitei o facto dela ter uma filha e ser divorciada tão nova. Parece-me algo normal e nem vi nada de pejorativo nisso. O que me arruína a cabeça diariamente e me dá cabo do juízo, é a B. aceitar esta situação com passividade e deixar que o outro tenha a sua vida de multimilionário solteiro, sem deveres perante ninguém, enquanto ela come tudo e fecha-se em silêncio, aceitando. Não, não tenho que tolerar isto. Enquanto companheiro da B. aconselheia-a centenas de vezes, mas ela rejeitou sempre as soluções. Ora, estou para isto? Estou também eu para me sacrificar e comer e calar, quando existem várias vias a serem seguidas? Naturalmente que não! Se a B. tivesse tentado tudo e não tivesse tido resultados positivos, aceitava a derrota e poderia ficar do lado dela. Mas assim... sem sequer tentar, desistir e dizer que não se tem hipótese e comer e calar o que o outro faz? Não estou para isto! Não vou limitar-me porque o outro tipo não quer cumprir os seus deveres mínimos e básicos enquanto pai! O que mais há por aí são "campeões" que declaram o salário mínimo para poderem viver à grande e à francesa, sem pagar nada a ninguém. Se todos saíssem por cima, muita mulher que por aí anda já tinha acabado com a sua própria vida e com a do seu filho, evitando sofrimentos e ver o seu filho passar fome! O que mais há por aí, são este tipo de campeões! Mas muitas conseguem entalá-los, porque existem indícios e estilos de vida, etc que os denunciam sempre. Ainda que falhe a questão do dinheiro, existe algo que eles não podem declarar como bem querem: o tempo. Toda a gente neste planeta tem 24 horas por dia e toda a gente tem que trabalhar para sobreviver. O ex da B. tem tanto tempo quanto ela. Ela só não pega nestas coisas porque não quer. E, sendo assim, não posso ser eu a pagar pelo que o outro faz, pela boa vida que quer ter.
publicado por diariodeumfrustrado às 07:42
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Domingo, 2 de Março de 2008

150

Vou ligar à B. para lhe dizer que a amava e que tinha saudades dela. Qual não foi a minha surpresa quando lhe tento ligar para os dois números e não me atendeu. Não, não sou nenhum maníaco que acha que a mulher tem que estar com os telefones ao ouvido 24 horas por dia à espera que o seu mais-que-tudo lhe ligue. Fiquei apenas surpreso porque tínhamos trocado mensagens alguns minutos antes e ela estava com os telefones por perto e a jantar com a família.
Não me atendeu os telefones e vim a saber que foi propositado, dado que cerca de 30 minutos depois de lhe ter tentado telefonar, replicou a dizer que não atendeu porque estava com a família por perto. Parei para ver se já não me lembrava que ela era casada. Calma: ela não é casada. Como tal, se sou eu o namorado e a única pessoa na vida dela, qual é o mal de me atender o telefone, sobretudo quando a sua família sabe que eu existo (apesar de me ter apresentado como "amigo")? Que mal tem?! Não podia pegar no telefone e ter dito qualquer coisa como "eu já te ligo, ok?"? Era assim tão difícil atender? Ainda por cima pôs os telefones no silêncio, não fosse eu perturbar o convívio familiar. Como apenas tentei telefonar uma vez, não houve necessidade de testar o perfil silencioso dos seus telemóveis Nokia, que certamente devem estar preparados para "namorados que ligam quando estou com a minha mãe e com o meu padrasto".
Tudo isto toma forma quando aqui há umas semanas lhe quis fazer uma surpresa e fui até à casa dela. Quando lá cheguei, telefonei e disse que estava à porta dela, e pedi que viesse cá fora. A B. entrou em pânico e mandou-me dar uma volta pela zona, para que a família não me visse e quando saíssem dir-me-ia alguma coisa. Isto é normal?! Será normal, especialmente quando com o "ex" dela a atitude era dele ainda nem sequer namorar com ela e já ir para a porta dela fazer-lhe esperas, ir lá a casa e servir-se como bem queria, telefonar-lhe e ela atender sempre? O outro tinha direito a tudo, e eu, infelizmente, continuo a ter que levar uma vida dupla com ela. Temos um relacionamento oculto, quase às escondidas! Parecemos amantes, daqui a nada! Porque raio com o outro era tudo às claras e comigo nem um telefone pode atender?
Já agora, quem é que eu conheço do meio dela? Ela conhece os meus amigos mais próximos. Mas... quem é que eu conheço à sua volta? Diz que não tem amigos, e que já me apresentou à filha, mas... a filha tem 2 anos. Se lhe perguntarem agora quem eu sou, a criança responderá qualquer coisa como "Noddy" ou "Ruca", porque naturalmente já se esqueceu!!
É para isto que estamos juntos?! Para vivemos às escondidas?! Insisto: o ex tinha tudo e fazia o que queria e comigo a história é completamente diferente porquê?! Confesso que estes episódios não ajudam nada, sobretudo quando ela se esquece que tem um "cartão de visita" difícil: menos de 30 anos, divorciada, com uma filha, e com um ex que é um completo atrasado mental. O "cartão de visita" já é difícil, e assim mais difícil se torna, dado que insiste em considerar-me "um amigo", e anda nesta vida de secretismo comigo. Isto cansa, farta, e não facilita o ter que "levar" com as coisas à sua volta. Pelos vistos, "o outro" apareceu, serviu-se dela, fez o que queria, teve direito a tudo e a mais alguma coisa, saiu de cena, voltando de vez em quando para fazer das suas, e agora eu é que tenho que levar com isso e ainda por cima tenho que andar aqui às escondidas como se tivesse feito mal a alguém. A vida às vezes consegue ser muito injusta... concluo que realmente mais vale andar por aí a aproveitar-me das pessoas e a servir-me delas, que no fim, quem vier a seguir, que se preocupe em fechar a porta.
Escusado será dizer que quando lhe digo isto, ela diz sempre que estou a armar uma tempestade num copo de água, a estragar tudo, e a arranjar problemas. O típico.
publicado por diariodeumfrustrado às 23:51
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149

Dava tudo o que tenho para fazer com que a B. acreditasse que:
- a AMO muitooooooo;
- nunca me canso de estar com ela, e só me dá motivos para sorrir;
- estou cá para o que der e vier;
- jamais serei capaz de lhe mentir, enganar, iludir;
- quero ficar com ela para SEMPRE, até que a morte nos separe;
- a vejo com bons olhos e como uma Mulher pura;
- a vejo como uma grande Mulher;
- não preciso de olhar para mais ninguém, pois tenho-a comigo;
- dou a vida por ela;
- quero fazê-la muito feliz!
publicado por diariodeumfrustrado às 18:49
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