Sábado, 15 de Novembro de 2008

304

Acabaram-se os meus dias de paz. André Sardet lançou um novo CD. Ainda não me esqueço daquela trampa de música chamada "Feitiço" que infernizou a minha vida durante mais de dois anos e que me impedia de ter paz porque onde quer que fosse, todas as rádios e televisões davam esta música sem nexo algum. Era essa e a "Quando eu te falei de amor". Raios! Não gosto! Detesto! É irritante! É de cortar os pulsos! Reparem nas letras do novo CD deste personagem: "Ai se eu fosse uma bola de sabão/Uma bola de um sapato", "Gosto de ti desde aqui até à Lua/Gosto de ti desde a Lua até aqui/Gosto de ti simplesmente porque gosto" ou "Tenho uma casa tão velha/Onde não há janelas/Tem buracos no chão". Quem é que consegue gostar desta... merda?! Não sei se este novo CD é também de cortar os pulsos, mas é pelo menos de tomar uma boa dose de comprimidos. Já deixei de ouvir rádio por causa disto e não pretendo ligar a televisão enquanto der programação musical.

publicado por diariodeumfrustrado às 11:00
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

303

Cenário: somos um grupo de quatro amigos. Contactamo-nos frequentemente uns aos outros, quer através de telefonemas, quer através de sms, quer através de encontros. Eu trato os três por igual, mas um dos três não responde às minhas solicitações, telefonemas ou mensagens, organiza jantares com os outros dois e não me convida, etc. (o resto da história já toda a gente conhece). Esta situação já dura há algum tempo. Pergunto: será que sou eu que estou com a mania da perseguição, ou realmente parece que temos um elemento que dispensa a minha companhia? Confrontei um dos outros dois com esta situação e disse:

- Se ele não faz questão de privar comigo, porque é que não diz, em vez de estar a fazer-me passar figuras de parvo a tentar ligar-lhe e a mandar mensagens que caem em saco roto? Fica melhor na fotografia se me disser "não quero estar contigo" e nem me ofendo se ele o disser.

A resposta que obtive foi:

- Lá estás tu armado em parvo e com a mania da perseguição...

O defeito deve estar em mim, para não variar. O irónico nisto tudo é que ele até mora a 10 minutos de carro da minha casa e a muito mais da dos outros dois. Deixem lá, sou eu que tenho mesmo a mania da perseguição.

publicado por diariodeumfrustrado às 20:33
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302

Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
Não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil

 

Está a saber-me mal
Este Whisky de malte
Adorava estar "in"
Mas estou-me a sentir "out"
Frágil
Sinto-me frágil

 

Frágil - Jorge Palma

publicado por diariodeumfrustrado às 01:30
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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

301

Sonho muito. Também tenho muitos pesadelos. Necessitei de comprar uns óculos para descanso. Desloquei-me a um loja especializada para o efeito, num qualquer centro comercial da Grande Lisboa. Lá tive oportunidade de ser atendido por uma profissional bonita para os meus padrões (muito simples, mas com um toque extra), extremamente simpática e revelava bastante calma a falar. Dá para ver que é aquele tipo de pessoas que nunca devem ter levantado a voz na vida. Olhei para as mãos e vi que não era casada, nem comprometida. Pensei "porque não convidá-la para sair? Não a conheço, mas nada como conhecer para saber se poderá estar aqui uma mulher como deve ser e quem sabe o que poderá acontecer...". Fiquei de lá ir hoje. Andei estes dias a pensar que deveria arriscar. O conflito interior era tremendo. De um lado penso "não valho nada", "ela vai dizer não", "vai julgar-me atrevido", "se é uma mulher calma, pacífica e como deve ser, vai estranhar a minha iniciativa e vai assustar-se", "sou feio", "tenho um nariz horrível e um cabelo manhoso, ela nunca vai querer sair com uma pessoa como eu", "quem me olha diz que sou 'fresco', e ela vai pensar nisso ainda que tal não corresponda à verdade", "não mereço ninguém, porque é que uma pessoa assim me quereria". Do outro penso "tenho que arriscar", "quem sabe se não está aqui uma oportunidade", "tenho capacidade de fazer alguém feliz", "alguém com bom fundo é o que uma pessoa assim deve querer", "até tenho alguma graça", "ela vai achar piada à minha iniciativa", "ela vai aceitar". Andei nisto três dias inteiros!!

Decidi avançar e arriscar. O não é sempre garantido e se ela o dissesse, talvez eu começasse a aprender a lidar com a rejeição. Lancei-me, decidido, e hoje, ao chegar lá, vejo-a com mais duas colegas e acabei por encontrar um motivo para não avançar. Péssima desculpa, eu sei, mas na hora H voltei a sentir-me o maior traste do mundo. Não tenho, nem terei, coragem de alguma vez me aproximar dela ou de alguém e convidar a pessoa para sair, tomar café, etc. Tenho que me render às evidências. Venho o caminho todo de regresso a cantar a famosa música do Beck, "Loser", e a pensar naquilo que realmente acho de mim:

- Soy un perdedor, I'm a loser baby, so why don't you kill me. Sinto vontade de morrer, de desaparecer. Sinto-me vazio, frustrado, triste, desiludido, desafortunado, indigno desta coisa chamada vida. Penso na conversa da Dr.ª I. que me falava que talvez eu tenha nascido para ficar sozinho. Penso como poderá alguém ser assim tão mau para merecer a solidão e não ser digno de partilhar o seu amor com alguém. Olho-me cada vez menos ao espelho. Não tenho coragem. Não gosto do que vejo. Acho que a culpa de eu estar sozinha se deve ao meu exterior. Já me achei o rei da cocada preta, hoje acho-me feio, horrível. Penso diversas vezes em submeter-me a uma cirurgia. O exterior é o meu cartão de visita e o meu não é nada famoso: tenho o tal nariz horrível que me estraga por completo, um cabelo completamente selvagem, mas mais parecido com um deserto do médio oriente, de tão mau que é. Não devo nada a ninguém e posso assumir a responsabilidade de uma cirurgia. Sou demasiado mau para ser verdade e não acho justo que o que tenho cá dentro não seja exteriorizado. Ninguém me quer, raios! Há gente que gosta e não se importa de estar sozinho, mas eu não sou assim. Sinto-me mal, muito mal. Tenho vontade de morrer! Quero morrer! Se é para ficar sozinho a vida toda ou encontrar mulheres que não prestam, então mais vale morrer! Esta ideia começa a ganhar cada vez mais forma dentro de mim. Chego a passar por tempos bastante complicados. Não sei o que é auto-estima, não sei o que é confiança. Presto para trabalhar, mas não presto para amar.

No passado sábado fui jantar com amigos. O jantar decorria bem. Sem querer olhei-me ao espelho da casa onde me encontrava e perco-me com a minha própria imagem: não tenho ponta por onde se lhe pegue. E a culpa de não conseguir ninguém prende-se com isso (certos pontos que dizem respeito ao feitio corrigem-se, mas afinal não sou mau, não sou mentiroso, não falto ao respeito a ninguém). Sim, perdi-me com a minha imagem e entrei em depressão. Praticamente morri para o resto da noite. Sou uma merda! Sabem o que é isso? É aquilo que ninguém quer, nem mesmo as moscas. Um dia desapareço. Começo a entrar em paranóia. Não sei o que digo, não sei o que quero, não sei o que faço. Talvez um dia desapareça mesmo. No dia em que isso acontecer terei algum alívio, sem dúvida, pois finalmente vão acabar-se as filosofias, as necessidades de ter que superar as minhas limitações, as obrigações que criam em mim a fé que um dia tudo vai ser diferente, mesmo sabendo que vou ter sempre esta vidinha nojenta. Um dia deixarei de lutar contra mim próprio, vou dar-me tréguas, vou deixar de ter que me moldar de dentro para fora e conformar-me com a possibilidade de ficar sozinho. São 24h sob 24h. É cansativo. Ao fim destes anos todos, acreditem que é.

 

Nota1: Ninguém faz a mínima ideia de como me sinto. Uso uma boa máscara no dia-a-dia. Rio 24h por dia, sou divertido, converso bastante, etc. Funciona tudo como defesa para disfarçar esta minha tristeza e este meu vazio. No dia em que desaparecer muita gente vai estranhar porquê. Quem lê o meu diário entende. Um dia este blog vai chegar ao fim, sem aviso. Vai chegar ao fim porque sendo o meu diário, no dia em que desaparecer, não há história para escrever, nem tão-pouco autor.

 

Nota2: Evito sair de casa só para não me deparar com casais. Os concertos são uma excepção. Acabou essa excepção. Não consigo mais lidar com o problema da solidão. Tenho aqui um bilhete para Gotan Project, no próximo dia 20 de Dezembro. Alguém o quer? Não pretendo fazer uso dele.

 

Nota3: Ufff! Que alívio poder pôr cá para fora o que abunda cá dentro.

publicado por diariodeumfrustrado às 19:45
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

300

Hoje, alguns anos depois de me ter licenciado, comecei a dar conta de um certo padrão comportamental num certo tipo de mulheres da minha geração que estudaram no mesmo estabelecimento que eu (das outras não posso falar por ignorância). As características são:

- Ter Licenciatura;

- Ter namorados/maridos que sempre lhes fizeram tudo;

- Ter namorados/maridos com relativo desafogo financeiro, leia-se "serem abastados";

- Serem mimadas.

- Serem da minha geração.

Nunca tiveram um emprego na vida e quando se aproxima a recta final de curso evidenciam todas uma grande "canseira" da vida que levam: a melhor que se pode ter, a de estudante. Então começam ansiosas a espalhar aos quatro ventos o quanto querem começar a trabalhar. Ora, depois de se terem licenciado, começam a sua actividade profissional. Como nunca trabalharam, não sabem o que é a vida laboral. Cedo se apercebem que esta coisa de trabalhar pode revelar-se uma tarefa muito complicada e exaustiva, sobretudo porque nunca precisaram de conquistar ou lutar por nada na vida: sempre bastou pedir.

Às tantas, cansadas da dura vida de trabalho, decidem que querem voltar a estudar. Entram em Pós-Graduações (ui que cansativas que são) e Mestrados (estes já é outra conversa). Muitas demitem-se das empresas/sociedades onde trabalham para se dedicarem a 100% aos estudos. A desculpa é aquela história de enriquecer currículo, ainda que muitas nem saibam o que isso é. Já não trabalham e dedicam-se (algumas, não todas) ao estudo. Se Pós-Graduações carecessem de dedicação total, havia por aí muito desemprego, ou então quase ninguém as tirava. O nível de Mestrado já é outro.

As que se dedicam à PG, cedo percebem que a sua duração é curta e voltam para o mundo laboral. As de Mestrado fazem a parte curricular durante um ano, e conseguem ainda adiar o regresso ao mundo laboral mais algum tempo com a desculpa que "precisam de mais tempo (!!!) para fazer a tese".

Quando finalmente constatam que têm que voltar ao mundo profissional, e já a esgotarem os últimos cartuchos para tentarem manter uma justificação para não fazerem rigorosamente nada, decidem engravidar. Normalmente de surpresa, sem que o companheiro esteja à espera, mas também existem aquelas que despejam o seu melhor vocabulário e o seu melhor charme para os tipos e lá os convencem que é maravilhoso terem um rebento dos dois, ainda que elas não tenham trabalho, mas isso pouco importa porque eles têm e podem aguentar a casa durante algum tempo até que retomem. Muitas nem precisam de casar. Importante é ter o filho. Se eles as quiserem deixar, sempre há uma pensão de alimentos para pagar e garantem o seu futuro. Outras têm a dignidade de casar primeiro. Pronto. Está tudo preparado para que elas fiquem para sempre em casa a cuidar dos filhos. É uma questão de tempo até que se aborreçam e precisem de entretenimento. Aí começam as compras com as amigas durante dias inteiros, as idas aos ginásios e spas. Quem paga? O sujeito do costume: o marido.

Tudo isto se resume a uma coisa que todas elas têm em comum: falta de vontade de trabalhar, daí criarem todos os motivos e mais alguns para justificarem a sua permanência em casa a fazerem nada x nada. Acreditem, constato este padrão comportamental em cada vez mais mulheres da minha geração e acreditem que segue sempre a mesma lógica, ainda que nem todas se conheçam entre si, o que afasta a tese de prática concertada. Só é possível verificar-se isso com o decurso do tempo, porque no imediato elas nunca assumem essa táctica, mas o que é certo é que cada vez mais isto se vai verificando em mulheres com o padrão que eu identifico em cima. Tenho conhecimento de várias (fora aquelas que nem me chegam aos ouvidos por desconhecer as personagens).

Sinceramente, acho que a culpa não é delas. A culpa é dos palermas que julgam que estão diante das mulheres das suas vidas e acabam por estragá-las, fazendo-se de idiotas que trabalham para elas. Ao ver exemplos destes dou graças a Deus por estar sozinho, porque ia ser muito chato ter que mandar alguém pastar. Não sustento "dondocas", não sou escravo de ninguém e acima de tudo não sou estúpido, palerma ou pai de ninguém para sustentar a vida de gente preguiçosa, sem ambições de vida que quer ficar o dia inteiro sem fazer nada. Passo!

publicado por diariodeumfrustrado às 19:09
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

299

Pedaço de uma conversa com um amigo:

- Sabes que mês é Novembro? - perguntei eu.

- É mês de quê? - perguntou o C.

- É mês de subsídio de Natal!

- Epá, então se é assim devias investir parte disso em putas! - brinca o C..

- Meu amigo, a minha puta sou eu: dou-me prazer, venho-me comigo, faço-me o que gosto e já me fodo a cabeça q.b.. É suficiente!

 

Nota: Creio que alguns não entenderam o sentido que quis dar a esta conversa com o meu amigo. Nunca frequentei casas de prostituição ou prostitutas. Nunca paguei para ter sexo. Já fui a casas de strip tease, mas, como já aqui disse, pela diferença do sítio em si, pela diversão de ver um amigo que fazia anos ou fazia a sua despedida de solteiro a sentir-se atrapalhado por estar em público com uma mulher nua em cima dele a dançar, etc. Nunca fui sozinho, mas sempre com amigos e, que eu saiba, sempre pela diversão, nunca pelo prazer ou pelo vício de ver "mulheres nuas". Quem fala de mim, fala do meu grupo de amigos com quem normalmente estou. Há a excepção do outro que começou a relacionar-se com uma striper, mas isso não faz dela uma prostituta, faz dela uma pessoa com quem ele tem uma relação que já dura há algumas semanas.

Esta conversa deu nisto porque todos eles estão acompanhados e eu não tenho ninguém, facto que faz com que de vez em quando me digam "não precisas de sexo? Porque não ir às putas", onde o "ir às putas" é uma expressão do mais tradicional que há. Recuso-me, porque prefiro abstinência sexual a ter que me meter com uma desconhecida qualquer apenas... porque sim. Não! Há vida para além do sexo e não estou desesperado por nada. Eles também dizem da boca para fora porque têm namoradas e mulheres. Só por isso. Decidi fazer o esclarecimento porque creio que algumas pessoas pensavam que recorríamos a este tipo de serviço, quando tal não corresponde à verdade.

publicado por diariodeumfrustrado às 19:29
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298

Não costumo alinhar muito nesta coisa dos desafios feitos por blogs ou nos "prémios" que são atribuídos e que mandam atribuir. Não concorro com ninguém, nem gosto dessas coisas de "enviar para mais x", porque dá um ar de burla da pirâmide, de corrente e não me agrada. Limito-me a ter um blog onde relato a minha vida. Ponto. No entanto foi-me feito um desafio por duas leitoras do meu blog que envolvia algo que tanto adoro: música. Não resisti e acedi ao desafio. Não o passei para ninguém lá, nem vou passar para ninguém aqui. Vou simplesmente colocar as minhas respostas, pois sendo este o diário da minha vida, acaba por ter um pouco mais de mim aqui escrito (as músicas que gosto e as respostas às perguntas). O objectivo é escolher uma banda preferida, que já todos sabem que é Nirvana, colocar uma foto (passo) e responder com nomes de músicas a 10 perguntas. Aqui vão elas, espero que gostem:

 

1. És homem ou mulher?
"Boys don't cry" (The Cure)

2. Descreve-te:
"Desafinado" (João Gilberto)

3. O que as pessoas acham de ti?
"Big Balls" (AC/DC)

4. Como descreves o teu último relacionamento:
"Ela disse adeus" (Paralamas do Sucesso)

5. Descreve o actual estado da tua relação com o teu namorado ou pretendente:
"Owner of a lonely heart" (Yes!)

6. Onde querias estar agora?
"Out of Space" (Prodigy)

7. O que pensas a respeito do amor?
"Love is a battlefield" (Pat Benatar)

8. Como é a tua vida?
"Wicked game" (Chris Isaak)

9. O que pedirias se pudesses ter só um desejo?
"100% pure love" (Crystal Waters)

10. Escreve uma frase sábia:
"Relax (Take It Easy)" (Mika)

publicado por diariodeumfrustrado às 19:19
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Sábado, 8 de Novembro de 2008

297

Fui ontem ver um grupo que gosto bastante: Nouvelle Vague. Fazem covers de músicas dos anos 80 e 90, muitas delas em versões ainda melhores que as dos originais, mas também têm projectos de originais. Foram quase 2h30 de um concerto que me encheu as medidas. Fiquei à frente, tive sorte. Não deixa de ser curioso que, numa fase em que ando com uma crise de confiança relativamente a mim e ao meu futuro, uma das vocalistas da banda, ao cantar uma versão do "God Save The Queen" dos Sex Pistols, me tenha olhado nos olhos, apontado com o seu dedo indicador para mim e tenha dito "no future for you". Bem sei que ela não me conhece de lado nenhum, e apontou para mim como podia ter feito para outra pessoa qualquer, mas não deixa de ser curioso que o "no future for you" me tenha sido dirigido, sobretudo tendo em conta as circunstâncias interiores em que me encontro. Ele há coincidências...

publicado por diariodeumfrustrado às 14:25
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296

Não gosto de tabaco. Detesto fumo. O fumo perturba-me. Curiosamente, das relações que tive até hoje só uma não era fumadora. Que as pessoas fumem e desgracem a sua vida e o seu dinheiro, não me preocupa. O que me aborrece e me faz perder a paciência é ver gente que em recintos fechados está completamente a lixar-se para quem está à sua volta e toca de fumar, como se fossem o centro do universo e a sociedade tivesse que girar à sua volta, suportando estoicamente que o "rei sol" relaxe e se sacie. Outra coisa que me leva aos arames é ver fumadores que seguram o cigarro na ponta dos dedos, mas virado para fora. Ora, quem vai a passar corre o sério risco de se queimar no vício do outro. Por fim, resta a possibilidade daqueles atrasados mentais que ao expelir o fumo apontam para quem está ao lado. É como digo: há por aí muita falta de civismo e educação por parte de muitos atrasados mentais que se julgam o centro do universo. Tenham os vossos vícios, mas quando correm o risco de desrespeitar o próximo, lembrem-se de uma coisa chamada educação e respeito que fica sempre bem onde quer que seja.

publicado por diariodeumfrustrado às 13:46
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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

295

"Enterrem-se os mortos e trate-se dos vivos". Devia ser sempre assim. Mas porque é que nos preocupamos em manter os vivos enterrados e em cuidar dos mortos? Depois que alguém morre é tarde para fazer o que quer que seja por essa pessoa. Devemos preocupar-nos em dar o melhor de nós a alguém enquanto esse alguém está vivo. Porquê mágoas? Porquê agressões? Porquê vinganças? Porquê medos? Porquê discussões? A vida pode ser tão simples e agradável. Enterremos os mortos e tratemos dos vivos!

publicado por diariodeumfrustrado às 22:56
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